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sábado, 30 de agosto de 2008

Mário de Andrade e a institucionalização das artes plásticas: Anita Malfatti, Lasar Segall e Cândido Portinari



































Texto apresentado como comunicação dentro do Seminário Nacional de História da Historiografia, em agosto de 2008, na Universidade Federal de Ouro Preto.

Resumo: Esta comunicação visa, a partir da análise de críticas publicadas e de seu epistolário, refletir sobre a atuação de Mário de Andrade enquanto crítico de arte. Devido à extensão do assunto, fez-se necessário estabelecer um recorte, facilmente relacionável a três diferentes momentos de sua vida e de seu comprometimento com a produção artística no Brasil. Ao princípio, Anita Malfatti e um crítico que inicia suas reflexões sobre as artes plásticas; na seqüência, Lasar Segall, um estrangeiro no Brasil, lido por Mário como um pesquisador das “cores tropicais”; por fim, Portinari e o seu celebrado ”dever social”, bem visto pelo escritor paulistano. Ao lidarmos com essas três figuras do cenário artístico nacional, em relação com Mário de Andrade, acabamos por criar um parecer também sobre o que pode vir a ser “história da arte” pela ótica deste.

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